terça-feira, 28 de maio de 2013

NA CORRIDA DA VIDA.


Na corrida da vida cada ser encontra sua motivação própria:

Uns gostam de fazer de suas vidas uma desenfreada corrida do ouro, satisfazendo-se com cada pepita adicionada a sua fortuna. Outros gostam de fazer uma corrida espiritual, lapidando a valiosa pedra preciosa que teve a felicidade de enxergar dentro de si.

Uns gostam de ficar filosofando sobre a origem e o sentido da vida. Outros gostam de dar sentido à vida e aproveitá-la.

Uns gostam de alienar pessoas sob o seu controle. Outros gostam de encontrar uma forma de controlar a si mesmo.

Uns gostam de comer, comer, comer... e depois fazer uma redução de estômago, e continuar comendo. Outros gostam de beber, beber, beber... e depois procurar uma AA ou morrer de cirrose.

Uns gostam de usar uma mesa para formar roda e ficar falando da vida alheia... outros gostam de usar uma mesa para estudar e instruir-se (inclusive no exato momento em que deles estão falando).

Uns gostam de passar a vida construindo castelos... outros, emoldurando e/ou turbinando o corpo... e outros, adornando e cultuando o seu templo interior.

terça-feira, 14 de maio de 2013

O AMOR NÃO TEM...


O amor não tem  preço.
O amor não tem   idade.
O amor não tem limites.
O amor não tem  cura.
O amor não tem  receita.
O amor não tem  bula.
O amor não tem  fórmula.
O amor não tem contra indicação.

Mas, o amor provoca uma explosiva reação química em cadeia com efeitos colaterais profundos e inesquecíveis. E a convalescença só é possível com dois corpos inertes e sobrepostos em um mesmo leito.   NÃO TEM  PREÇO !!!


terça-feira, 7 de maio de 2013

PARA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DO DINHEIRO.




Cada caráter humano tem o seu preço. A Bíblia relata que o de Judas foi 33 moedas.

A mídia relata constantemente que o preço do caráter de muitos casamentos, que aparentam solidez, é estipulado em uma apólice de seguros, pelo qual se mata e se pratica barbaridades.   

Se o dinheiro não comprasse a felicidade não haveria motivos para tantas campanhas de arrecadação monetária para ajudar àqueles considerados infelizes que foram rejeitados pela sociedade.
  
Por dinheiro já foram assassinados mães, pais e irmãos, de forma hedionda. 

O dinheiro como forma de exibicionismo fica potencializado após a sepultura, em túmulos palacetes ricamente construídos e adornados, colocando por terra o pensamento daqueles que dizem que o dinheiro não se leva com a morte.

Se em vez de campanhas para arrecadar dinheiro fossem feitas campanhas para ensinar e criar condições para “pescar”, poderia haver melhores resultados. Ao vender o seu peixe, com certeza, o dinheiro recebido seria muito mais gratificante e provocaria maior imunidade às doenças, principalmente às mentais, que na maioria das vezes são responsáveis por muitas corpóreas.